Dois advogados ficaram horrorizados com novas reportagens que revelaram que algumas das pessoas perdoadas pelo Presidente Donald Trump cometeram ondas de crimes após serem libertadas.
O conselho editorial do New York Times argumentou numa nova peça de opinião na terça-feira que Trump abandonou a abordagem tradicional de conceder perdões abrangentes no final de um mandato presidencial, e essa decisão tornou-se "desastrosa". Por exemplo, o editorial observa 12 crimes distintos que foram cometidos por pessoas perdoadas por Trump, desde agressão à posse de pornografia infantil e abuso sexual de menores.
Glenn Kirschner, um antigo Procurador dos EUA, e Liz Oyer, uma antiga advogada de perdões da Casa Branca, discutiram os crimes cometidos pelos beneficiários dos perdões de Trump num novo episódio do podcast "Justice Matters" que Kirschner apresenta.
"Esses crimes estão nas mãos de Donald Trump!" disse Kirschner.
Oyer alertou que a reportagem do Times pode ser "a ponta do iceberg". Ela disse que fez uma pesquisa rápida e encontrou 22 casos em que alguém perdoado por participar na insurreição de 6 de janeiro tinha um historial de abuso de mulheres, menores, ou apresentava comportamento de perseguição.
"São realmente os tipos de crimes hediondos que geralmente seriam desqualificantes para consideração de um perdão presidencial", disse Oyer.


